quarta-feira, 1 de abril de 2015


Hoje tenho o coração partido e a alma a "doer". 

sábado, 21 de março de 2015

Um pensamento que me vem de vez em quando (então quando estou mais debilitada, como agora) é como muitas vezes fazemos escolhas que, sem querermos, nos levam pelo caminho mais dificil. Sinto que mais do que uma vez na vida contrariei o que era óbvio e decidi pelo improvável. Às vezes consciente, outras nem por isso.
Não me arrependo mas, em certas decisões, hoje faria diferente. Mas também seria outra pessoa e não está que sou hoje.

segunda-feira, 16 de março de 2015

39ºC. Está uma pessoa bem, tirando as rinites/sinusites do costume e eis senão quando é acometida por um febrão "de morrer". 2015 está a ser manhoso.

sexta-feira, 13 de março de 2015

E porque a vida tem surpresas reservadas para nós...ontem, 12 de Março, viajei até ao passado e passeei-me nele, num passado de 30 anos. Foi bom, muito bom, estar com as pessoas que fizeram esse passado comigo. Como se fosse ontem...Nada mudou, tendo tudo mudado. Sensação boa e nada nostálgica. Momentos de grande contentamento.

quarta-feira, 11 de março de 2015

A vida pode ser irónica.
Às vezes há ciclos que nunca fecham. Mesmo que queiramos muito, it just doesn't happen
Foi precisamente hoje que DR me contactou. A reabrir aquilo que nunca fechou. Há que aceitar que há feridas que ficam sempre lá. Já não machucam, a maior parte do tempo não se sentem mas, de repente, um qualquer estímulo relembra-nos que elas estão lá. A sabedoria está em conseguir que, mesmo dando sinal, nos magoem cada vez menos até conseguirmos ser indiferentes. Pensava que já tinha lá chegado, mas não. Chegarei algum dia?

terça-feira, 10 de março de 2015

Um ciclo que se fecha, um ciclo que se abre.

segunda-feira, 3 de junho de 2013


Para um dia que começou bem, o final de tarde soube a azedo, a muito azedo.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Maçã

Pois é, agora que tento integrar-me no mundo digital, lá me "rendi" e comprei um tablet, da "Maçã" e todo um universo por descobrir.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

M*#!@

Acabei de saber que todo o processo voltou à estaca zero e portanto aquilo que já era muito improvável se tornou practicamente impossível. Estou com vontade de bater em alguém, e não é em mim.

sábado, 20 de outubro de 2012

Desabafo

Faz quase um ano que a minha vida entrou em circuito alternativo. Muita coisa aconteceu. Sofri decepções e decepcionei. Tive esperança e tive desânimo. Entrei numa montanha-russa, ora para cima ora para baixo. Ainda estou a aprender a gerir e a lidar com esta revolução e nem sempre o consigo fazer da melhor maneira. Desculpem qualquer coisinha, está?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

terça-feira, 10 de abril de 2012

Um azar nunca vem só...

Já não bastava saga do IEFP e SS e das apresentações na JF, tinha de ser albarroada por um carro de bombeiros em missão, rebentado um pneu, o que me custou a módica quantia de 209,00€ (!!!), e ainda um mês de M disease que me sugou toda e qualquer energia e me deixou meria apardalada. Como se ainda fosse pouco,a companhia de bombeiros, que se responsabilizou totalmente pelos danos causados ao meu popó, fez a respectiva participação à companhia de seguros que me envia agora uma missiva a dizer que apenas paga 50% (valor total 1.146,09€). Vai de enviar mail ao Sr.Comandante, vai de telefonar ao sr. Comandante, vai de receber telefonema do sr. Comandante a reiterar a total responsabilidade mas que nem o Sr. Presidente nem a Sra. Vice-presidente se encontram mas que têm reuniâo agendada para 5º feira e que na 6ª sem falta terá uma solução para me dar.
Isto para não falar que este mês é mês de IMI o que não contribui em nada para que eu think positive.
Mas, on the other hand, tudo podia ter sido bem pior e não foi!

domingo, 1 de janeiro de 2012

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

domingo, 18 de dezembro de 2011

Hoje, na Culturgest

Acabadinho de ver e ouvir. Tãoooooooooooooooo bom

A dança não se faz apenas de corpos. A ópera não depende apenas de vozes. O vídeo não vive solitário num ecrã. Para a companhia francesa Montalvo-Hervieu, dança, música e novas tecnologias vivem juntas, num casamento feliz.
Em palco juntam bailarinos clássicos, contemporâneos, de hip hop, de danças africanas, com cantores-músicos e artistas circenses, num jogo de colagem de linguagens artísticas que reflecte a diversidade do mundo de hoje.
«Sempre quis uma companhia centrada na individualidade de cada elemento, nas suas histórias, nas personalidades diferentes. Ainda hoje guardamos esse espírito heterogéneo, a harmonia nasce da diferença», explica José Montalvo, coreógrafo e mentor da companhia criada em 1988.
Na peça Orphée, criada em 2010 e em cena na Culturgest entre 16 e 18 de Dezembro, estes diferentes suportes são utilizados para recriar, numa versão contemporânea, o mito de Orfeu, a mais humana das personagens míticas, que com a sua lira encanta animais selvagens, ao mesmo tempo que busca a sua amada Eurídice. «Gosto de preservar a infância e desde sempre que amo o universo das fábulas e das lendas… Os temas oníricos que convidam à imaginação», diz Montalvo.
O espectáculo divaga pelas várias interpretações do mito de Orfeu, como o poder da arte, o amor, a magia, a perda, o inferno, a morte e a vida. «É uma peça de metáforas dos tempos de hoje». Cruzam-se memórias e referências, partindo de três peças musicais essenciais: Orfeo de Monteverdi (1607), Orfeu e Eurídice de Gluck (1774) e The Orphée Suite for Piano de Philip Glass (1993). Há euforia, excesso, magia. O Orfeu de Montalvo-Hervieu é uma festa onde a arte é o veículo para a superação, como deixa claro o bailarino de muletas, sem uma perna.
Como sempre no trabalho desta companhia, a tecnologia volta a ser um intérprete próprio. As imagens vídeo são mais do que cenário. «O uso da tecnologia permite cenários que, de outra forma, não seriam possíveis. As imagens tecnológicas mudam a nossa percepção e tornam o espectáculo mais apaixonante. Quando começámos diziam que o que fazíamos não era dança porque usávamos novas tecnologias, mas hoje todos usam», remata José Montalvo.




in Sol

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Ao ouvir este enaltecimento só me ocorre perguntar


Como é que estivémos distraídos nos últimos anos e simplesmente deixámos que hipotecassem o futuro deste país?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011