quarta-feira, 2 de maio de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Um azar nunca vem só...
Já não bastava saga do IEFP e SS e das apresentações na JF, tinha de ser albarroada por um carro de bombeiros em missão, rebentado um pneu, o que me custou a módica quantia de 209,00€ (!!!), e ainda um mês de M disease que me sugou toda e qualquer energia e me deixou meria apardalada. Como se ainda fosse pouco,a companhia de bombeiros, que se responsabilizou totalmente pelos danos causados ao meu popó, fez a respectiva participação à companhia de seguros que me envia agora uma missiva a dizer que apenas paga 50% (valor total 1.146,09€). Vai de enviar mail ao Sr.Comandante, vai de telefonar ao sr. Comandante, vai de receber telefonema do sr. Comandante a reiterar a total responsabilidade mas que nem o Sr. Presidente nem a Sra. Vice-presidente se encontram mas que têm reuniâo agendada para 5º feira e que na 6ª sem falta terá uma solução para me dar.
Isto para não falar que este mês é mês de IMI o que não contribui em nada para que eu think positive.
Mas, on the other hand, tudo podia ter sido bem pior e não foi!
Isto para não falar que este mês é mês de IMI o que não contribui em nada para que eu think positive.
Mas, on the other hand, tudo podia ter sido bem pior e não foi!
domingo, 1 de janeiro de 2012
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Acabadinho de ver e ouvir. Tãoooooooooooooooo bom
A dança não se faz apenas de corpos. A ópera não depende apenas de vozes. O vídeo não vive solitário num ecrã. Para a companhia francesa Montalvo-Hervieu, dança, música e novas tecnologias vivem juntas, num casamento feliz.Em palco juntam bailarinos clássicos, contemporâneos, de hip hop, de danças africanas, com cantores-músicos e artistas circenses, num jogo de colagem de linguagens artísticas que reflecte a diversidade do mundo de hoje.
«Sempre quis uma companhia centrada na individualidade de cada elemento, nas suas histórias, nas personalidades diferentes. Ainda hoje guardamos esse espírito heterogéneo, a harmonia nasce da diferença», explica José Montalvo, coreógrafo e mentor da companhia criada em 1988.
Na peça Orphée, criada em 2010 e em cena na Culturgest entre 16 e 18 de Dezembro, estes diferentes suportes são utilizados para recriar, numa versão contemporânea, o mito de Orfeu, a mais humana das personagens míticas, que com a sua lira encanta animais selvagens, ao mesmo tempo que busca a sua amada Eurídice. «Gosto de preservar a infância e desde sempre que amo o universo das fábulas e das lendas… Os temas oníricos que convidam à imaginação», diz Montalvo.
O espectáculo divaga pelas várias interpretações do mito de Orfeu, como o poder da arte, o amor, a magia, a perda, o inferno, a morte e a vida. «É uma peça de metáforas dos tempos de hoje». Cruzam-se memórias e referências, partindo de três peças musicais essenciais: Orfeo de Monteverdi (1607), Orfeu e Eurídice de Gluck (1774) e The Orphée Suite for Piano de Philip Glass (1993). Há euforia, excesso, magia. O Orfeu de Montalvo-Hervieu é uma festa onde a arte é o veículo para a superação, como deixa claro o bailarino de muletas, sem uma perna.
Como sempre no trabalho desta companhia, a tecnologia volta a ser um intérprete próprio. As imagens vídeo são mais do que cenário. «O uso da tecnologia permite cenários que, de outra forma, não seriam possíveis. As imagens tecnológicas mudam a nossa percepção e tornam o espectáculo mais apaixonante. Quando começámos diziam que o que fazíamos não era dança porque usávamos novas tecnologias, mas hoje todos usam», remata José Montalvo.
in Sol
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Ao ouvir este enaltecimento só me ocorre perguntar
Como é que estivémos distraídos nos últimos anos e simplesmente deixámos que hipotecassem o futuro deste país?
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