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segunda-feira, 9 de maio de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Mozart & Bruckner
Concerto para Piano e Orquestra nº27de Mozart, interpretado magistralmente por Christian Zacharias que também dirigiu orquestra.
Sinfonia nº 3 de Bruckner. Com variações de intensidades emocionais absolutamente desconcertantes. Às vezes difícil de acompanhar mas muito bom.
Sinfonia nº 3 de Bruckner. Com variações de intensidades emocionais absolutamente desconcertantes. Às vezes difícil de acompanhar mas muito bom.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Do Amor e dos Dias
Ontem à noite, no S. Luiz, Camané cantou os seu novo CD. É impressionante como o homem "ganha corpo" à medida que a noite avança. Fados lindos, voz extraordinária, músicos em sintonia perfeita. Adorei, adorei, adorei.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Richard Galliano
Que descoberta boa. Que noite emocionante e feliz. O redescobrir de um instrumento - o acordeão - numa perspectiva completamente nova e genial. Que comunhão plena.
Obrigada D.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
Festival Mozart
Inserido no Festival Mozart na Gulkbenkian fui hoje ver o filme A Flauta Mágica de Ingmar Bergman
Ópera feita Teatro feito Cinema

Ópera feita Teatro feito Cinema
domingo, 25 de julho de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Xavier Phillips
Solista no Concerto para Violoncelo nº1 em Mi bemol maior, Op. 107, de Dmitri Chostakovich.
Soberbo!
Soberbo!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Dmitri Shostakovich - Sinfonia Nº13
Orquestra juvenil Gustav Mahler, absolutamente extraordinária e contagiante, dirigida pelo entusiasmante David Afkham, acompanhada pelo Coro Gulbenkia e pelo baixo Mikhail Petrenko. Emocionante. Memorável.
Orquestra Juvenil Gustav Mahler
Daqui a pouco na Gulbenkian:
Gustav Mahler
Adágio em Fá sustenido maior, da Sinfonia Nº 10
(versão de Deryck Cooke)
Dmitri Chostakovitch
Sinfonia Nº 13, em Si bemol menor, op. 113
domingo, 28 de março de 2010
5ª Sinfonia de Mahler
" A Quinta Sinfonia de Mahler pode muito bem ser a música da nossas vidas..."
Excelente interpretação da Orquestra Sinfónica Metropolitana hoje no CCB.
Excelente interpretação da Orquestra Sinfónica Metropolitana hoje no CCB.
O quarto andamento, o adagietto, é uma melodia que nos pode paralisar durante horas, esquecidos de nós mesmos.
"Tudo assenta na voluptuosidade das cordas e no pontilhado da harpa. O seu efeito é imprevisível (...) Pode tratar-se de uma imploração, de uma carta de amor, de um momento marcado pelo optimismo ou, talvez, de uma simples pergunta"
Para mim é, definitivamente, uma carta de amor, com as suas angústias e exaltações.
sábado, 6 de março de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Ne me quitte pas
Hoje de manhã, sem aviso prévio, fui apanhada pela “Ne me quitte pas” uma das mais belas e intensas canções de amor da minha vida, apesar de Brel dizer que não era sobre o amor mas sim sobre a covardia dos homens. Ouvir e ver Brel a interpretá-la é inesquecível e é impossível ficar indiferente.
É uma canção que me remete para um tempo de anseios e de um futuro por vir mas também para um tempo intensamente vivido, sentido e feliz. E, por isso, é uma canção que me aperta o coração e me faz sorrir e chorar ao mesmo tempo.
É uma canção que estará sempre ligada a B. e que me faz ter saudades de quando tudo ainda era possível.
É uma canção que me remete para um tempo de anseios e de um futuro por vir mas também para um tempo intensamente vivido, sentido e feliz. E, por isso, é uma canção que me aperta o coração e me faz sorrir e chorar ao mesmo tempo.
É uma canção que estará sempre ligada a B. e que me faz ter saudades de quando tudo ainda era possível.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Transmissão de pensamento
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Bill Dixon com EXPLODING STAR ORCHESTRA
Ontem, no encerramento do Jazz em Agosto, uma verdadeira, e nova, experiência musical.
O nome da “small big band” faz todo o sentido. É uma explosão emocional, um som vibrante no qual o caos (a raiar a “loucura”) é apenas aparente e tudo acaba por fazer sentido. Como afirma o programa :”A sólida secção rítmica sustenta a pulsação acelerada da música, rigorosamente organizada, mas simultaneamente livre e emocional”
Não sou conhecedora de jazz e não sou fã do experimental que muitas vezes tem uma sonoridade que, muito provavelmente por ignorância musical, abstracta demais e que não me diz nada. Mas ontem houve um equilíbrio, houve uma ligação que fez todo o sentido. Ontem abriu-se um caminho para/com uma nova aprendizagem.
E os elementos da orquestra são absolutamente delirantes.
Bill Dixon e Rob Mazurek (trompete, composição),
John Herndon (bateria), Damon Locks (voz), Josh Abrams (contrabaixo), Jeff Parker (guitarra eléctrica), Nicole Mitchell (flauta, voz), Jebb Bishop (trombone), Jason Adasewicz (vibrafone, carrilhão), Matt Lux (baixo eléctrico), Matt Bauder (clarinete baixo, saxofone tenor), Mike Reed (bateria, tímpano).
Bill Dixon -um dos últimos pioneiros da «new thing» ainda em actividade. É trompetista, pianista, compositor, professor, e um artista visual.
Rob Mazurek nasceu em Jersey City em 1965 e é um abstraccionista do som e da imagem, cornetista, improvisador, compositor e artista multimédia com um estilo único que vai buscar à arte contemporânea a sua inspiração musical e visual.
O nome da “small big band” faz todo o sentido. É uma explosão emocional, um som vibrante no qual o caos (a raiar a “loucura”) é apenas aparente e tudo acaba por fazer sentido. Como afirma o programa :”A sólida secção rítmica sustenta a pulsação acelerada da música, rigorosamente organizada, mas simultaneamente livre e emocional”
Não sou conhecedora de jazz e não sou fã do experimental que muitas vezes tem uma sonoridade que, muito provavelmente por ignorância musical, abstracta demais e que não me diz nada. Mas ontem houve um equilíbrio, houve uma ligação que fez todo o sentido. Ontem abriu-se um caminho para/com uma nova aprendizagem.
E os elementos da orquestra são absolutamente delirantes.
Bill Dixon e Rob Mazurek (trompete, composição),
John Herndon (bateria), Damon Locks (voz), Josh Abrams (contrabaixo), Jeff Parker (guitarra eléctrica), Nicole Mitchell (flauta, voz), Jebb Bishop (trombone), Jason Adasewicz (vibrafone, carrilhão), Matt Lux (baixo eléctrico), Matt Bauder (clarinete baixo, saxofone tenor), Mike Reed (bateria, tímpano).
Bill Dixon -um dos últimos pioneiros da «new thing» ainda em actividade. É trompetista, pianista, compositor, professor, e um artista visual.
Rob Mazurek nasceu em Jersey City em 1965 e é um abstraccionista do som e da imagem, cornetista, improvisador, compositor e artista multimédia com um estilo único que vai buscar à arte contemporânea a sua inspiração musical e visual.
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